Problemas no Condomínio

04/03/15 14:42

alt text

10 problemas mais comuns em condomínios.

Quase um "Reality Show"? Confira os dez problemas mais comuns em condomínios.

Para viver em perfeita harmonia com os vizinhos é preciso seguir algumas práticas.

Às vezes, torna-se comum ter brigas dentro da família. Imagina, então, quando pessoas de diferentes personalidades têm que conviver em um espaço comum. Pode parecer até papo de um programa de "reality show" na televisão, mas o convívio entre condôminos pode ser bem parecida.

Principais problemas encontrados em condomínios e soluções práticas para o bom convívio entre os condôminos. Veja a seguir:

  1. Brigas entre vizinhos: problemas como barulho, animais, garagens, desrespeito aos horários. Em todos esses casos, o síndico deve administrar respeitando o regulamento interno e a convenção do condomínio. Dessa forma estará amparado nas decisões a serem tomadas, bem como as eventuais punições a serem aplicadas.

  2. Fundo de reserva: muitos moradores têm dúvidas sobre o que é o fundo de reserva e sua utilização. A convenção do condomínio determina o percentual que costuma variar entre 5% a 10% do valor do condomínio, sendo recomendável mantê-lo em uma conta separada daquela utilizada para as despesas ordinárias. Sua utilização é para casos emergenciais e deve ser recomposto após a sua utilização e levado esse assunto para assembléia para conhecimento dos condôminos.

  3. Omissão do conselho fiscal: o conselho fiscal, por uma situação política, pode prejudicar o síndico, ou seja, não assinar as pastas ou até esquecer-se de fazê-las, por não se importar muito com a situação, o que traz para o síndico uma responsabilidade ainda maior e isolada.

  4. Reformas e o quorum necessário: muitos condomínios sofrem com esta situação, pois é necessário cumprir os quóruns para as obras, no entanto, os moradores podem não colaborar e não comparecer em assembléias para esta resolução. Isso traz um retrocesso para o próprio condomínio, deixando o síndico de mãos atadas, adiando e atrasando as obras.

  5. Redução de custos: uma das maiores preocupações de quem mora em condomínios é o valor da taxa condominial. Para que o edifício possua uma quota justa e suficiente para honrar o pagamento dos compromissos mensais como salários, impostos, água, luz, materiais, é necessário que o síndico em conjunto com o conselho fiscal trabalhem visando reduzir custos com fornecedores, diminuir o desperdício dos consumos de água e luz e estejam atentos à necessidade de horas extras dos funcionários pois essa despesa onera consideravelmente a folha de pagamentos dos edifícios.

  6. Prestação de contas: muitos edifícios têm problemas com a apresentação das contas do condomínio. O síndico tem por obrigação prestar contas sobre sua gestão, devendo apresentar mensalmente aos moradores um demonstrativo claro e de fácil entendimento da movimentação financeira do condomínio, detalhando os recebimentos e pagamentos. Além disso, anualmente, essas contas devem ser aprovadas pelos condôminos.

  7. Segurança: os assaltos nos condomínios têm se tornado freqüentes. O cuidado a ser tomado tem que ser prévio, na contratação de funcionários, ou então, na verificação das pessoas que a empresa terceirizada envia, e até mesmo com a própria empresa de segurança, de câmeras, portões e alarmes. Além disso, os moradores deveriam combinar um sinal, alguma posição de estacionar o carro que demonstre que aquela pessoa que entrou junto, não é um convidado e sim um assaltante.

  8. Ninguém quer assumir como síndico: é difícil, já que na verdade, a responsabilidade é muito grande. Neste caso, melhor seria proporem a contratação de um síndico profissional.

  9. O síndico não está cuidando do condomínio como deveria: neste caso, o ideal é que seja formada uma comissão de moradores que, posteriormente à verificação dos problemas não resolvidos, organize uma reunião pedindo soluções. No entanto, em caso de negativa, melhor a destituição do síndico com a substituição por um outro profissional.

  10. O síndico está fazendo obras sem consultar ninguém: esta é uma atribuição do conselho fiscal. O morador que não fizer parte do conselho pode procurar um membro do conselho e solicitar explicações a respeito. A partir daí, todos podem ser reunir e verificar não só as obras, como os orçamentos, os pagamentos feitos, e se as mesmas estão contribuindo para o condomínio.